REALIDADE DO ENSINO BÍBLICO OCIDENTAL.
A contaminação do ensino compromete
o alicerce
A grande realidade é que não
se tem feito discípulos como antigamente. É triste admitir que muitas igrejas
de Cristo, no Brasil, estão mergulhadas em heresias terríveis e profundas.
Milhares de líderes submersos num contexto que procura diluir o evangelho de
Cristo, torná-lo inofensivo e totalmente moldado aos padrões confortáveis e
aceitáveis ao estilo de vida do homem moderno. O espírito desta igreja é
proclamar o evangelho sem cruz, é evitar o máximo de transtorno e problemas que
o evangelho puro traz. Porque o evangelho para o homem natural não é uma
solução e sim um grande problema. O Cristianismo verdadeiro é o efeito não do
que apenas ensinamos mas, sim, do que de fato praticamos.
A
diferença está em quem coloca verdadeiramente a palavra de Deus em prática
Mateus 7:21 ,29. “Nem todo o que me diz: Senhor, Senhor! entrará no
reino dos céus, mas aquele que faz a vontade de meu Pai, que está nos céus.
Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome?
e em teu nome não expulsamos demônios? e em teu nome não fizemos muitos
milagres? Então lhes direi claramente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim,
vós que praticais a iniquidade. Todo aquele, pois, que ouve estas minhas
palavras e as põe em prática, será comparado a um homem prudente, que edificou
a casa sobre a rocha. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os
ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa; contudo não caiu, porque
estava fundada sobre a rocha. Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras, e
não as põe em prática, será comparado a um homem insensato, que edificou a sua
casa sobre a areia. E desceu a chuva, correram as torrentes, sopraram os
ventos, e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu; e grande foi a sua
queda.” Ao concluir Jesus este discurso,
as multidões se maravilhavam da sua doutrina; porque as ensinava como tendo
autoridade, e não como os escribas.
A
explendorosa palavra de Deus dispõe em Oséias 4:6- “O meu povo esta sendo destruído, porque lhe falta o
conhecimento,Porque tu,sacerdote,rejeitasse o conhecimento,também eu te
rejeitarei, para que não sejas sacerdote diante de mim.Visto que te esqueceste
da lei do teu Deus,também eu me esquecerei dos teus filhos.”
A palavra diz que Deus rejeita,
não tolera , o homem que não busca conhecê-lo. A igreja de Cristo não precisa
de mais estratégias. Quem ensinou fazer da noiva uma empresa? Ela precisa é do
conhecimento de Deus. Campanhas e mais campanhas, fazem do evangelho algo a ser
comercializado e os líderes se comportam como semi-deuses com poderes místicos
revelatórios. São impressionalistas e dispostos a realizar desejos humanos e
carnais. Nossos filhos biológicos ou espirituais, os nossos neófitos e a geração
futura serão desprezados porque os sacerdotes, os líderes, os pastores, os
consolidadores estão obstinados a serem ricos, não querem ensinar a verdade
pela verdade, tomados pelo o espírito do
sucesso, são homens bem sucedidos. Cristo ensina em sermos bem aventurados.
Satanás tem se apoderado da
teologia contemporânea e levado igrejas
inteira a uma crise de identidade seríssima. Grandes tabernáculos são hoje
arquitetados e construídos para servirem ao deus do luxo deste século.
Consideram se Igrejas mas não possuem a identidade de Cristo e definí-las como
igreja seria um ato extremamente vergonhoso da nossa parte. As vestes
sacerdotais estão manchadas pela
corrupção humana. As autoridades eclesiásticas não são mais referências éticas.
Cristo é o cabeça mas nas denominações, os líderes ainda insistem em serem donos
de pedaço, podem andarem de carrões de luxo “ofertados” pelos irmãos da igreja
e viver uma vida de ostentacão e pior, falam que isso vem de Deus. Deste
cenário pode se dizer hoje, o que se dizia ao povo judeu Romanos 2:24 o nome de
Deus é blasfemado por vossa causa.
Portanto, consolidar alguém
debaixo desta realidade miserável é de fato uma atitude de grande avivamento. A
consolidação verdadeira ou o discipulado puro veio para contrapor a própria
vida, a mentira pela verdade, as trevas pela luz e se possível enfrentar as
heresias dita em maus púlpitos e altares com bravura.Talvez não consiga
descrever com maestria as consequência
deste efeito inicial da tal atitude,
mas, o fim, eu sei, prepare-se para ser excluído da “igreja”. Pois a igreja
verdadeira sempre foi e será rejeitada pelos homens.
Temos que ter a consciência que
a formação Cristã não pode ser impulsionada pela motivação por Cristo e sim
pelo poder da decisão por Ele, pois hoje, você pode estar motivado, amanhã, não
mais. A decisão de seguir a Cristo só
acontece quando todas as outra motivações são contrariadas. Escutei
várias vezes líderes dizerem: A minha igreja está desmotivada, o “meu”
discípulo está desmotivado, o louvor
está desmotivado, a minha célula, o meu pequeno grupo. . . Em fim, a nuvem que
pesa e assombra esta realidade sessaria se houvesse na vida deles convicção de
suas obras. O evangelho não deve ser praticado segundo os sentimento do coração
dos homens porque o coração do homem é enganoso, e não está disposto a
obedecer, insistir nisto é de fato andar sobre uma camada bem fina de gelo formada sobre o mar.
O sentimento correto vem de Cristo em nós. Filipenses 2:5 “De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo
Jesus que sendo em forma de Deus, não teve por usurpação ser igual a Deus, mas
aniquilou-se a si mesmo, tomando a forma de servo, fazendo se semelhantes aos
homens, e achado na forma de homem, humilhou-se
a si mesmo, sendo obediente até a morte e morte de Cruz.” Ou seja,
Cristo tinha toda a capacidade de agir por si mesmo, de prosseguir sozinho,
avaliar, interpretar, curar, salvar, libertar e ressuscitar. A Decisão de Cristo
foi permitir que os sentimentos do Pai viesse a governar a própria vida pessoal e ministerial. Portanto, a nossa capacidade e os nossos
sentimentos nos levarão à desobediência. Precisamos ensinar que Jesus sendo
Deus, esvaziou-se de si mesmo, e executou os desejos e os sentimentos do Pai.
Devemos fazer o mesmo. Obedecer! Mesmo que isto venha frustrar suas expectativas.
Jesus disse em Mateus
16:21-26, Desde então, começou Jesus a mostrar aos seus discípulos que convinha
ir a Jerusalém ,e padecer muito dos anciões, e dos principais, e dos escribas,
e ser morto, e ressuscitar ao terceiro dia. E Pedro, tomando-o de parte, começou
a repreendê-lo, dizendo: “Senhor, tem
compaixão de ti;de modo nenhum te acontecerá isso.” Jesus disse: “Se alguém quiser vir após mim, negue-se a
si mesmo, tome a sua cruz e siga-me. Pois quem quiser preservar a sua vida, irá
perdê-la; mas quem perder a vida por minha causa, este preservará.” O que
adianta ao homem ganhar o mundo inteiro e perder a vida? ou, que dará o homem
em troca de sua vida?
O que tenho visto ser ensinado
é o evangelho da argumentação diabólica, e esta lógica é “perfeita” para
preencher os anseios vazios que os desejos carnais promovem. Pedro um
eloquente expositor da palavra, acabara de revelar a verdadeira identidade de
Cristo dizendo em Mateus 16:16 : “Tú és o
Cristo o filho do Deus vivo”, no entanto,
poucos instantes depois permite Satanás entrar na sua mente e possuí-lo.
De um expositor enlouquente cheio do Espírito Santo a um miserável possuído
pelos intento do Diabo. Que transição rápida, catastrófica e vergonhosa. O ponto
chave desta interpretação é: aquele que não compreende as coisas que são de
Deus, serve de escândalo e passivo de
ser possuído pelo Diabo. Por isso que a compreensão correta do evangelho faz
toda a diferença na vida de um discípulo.
Chestestor dizia: “Que uma
distinção sutil pode ser uma contradição total”. O que descrevo é algo
seríssimo!
Deus abomina o ensino
enganoso, devido o poder que o mesmo possui de conduzí–los ao inferno de forma
imperceptível. Reforço dizendo que uma visão distorcida de Cristo
inevitavelmente assumira uma expressão de fé doutrinária. Por isso que Deus tem
um compromisso inquestionável com a sua real liderança. Para entendermos um
pouco mais sobre esta questão, podemos pegar uma das carta de Paulo aos
Gálatas. A sinceridade da carta nos faz entender a situação emotiva e o
espírito inquieto de Paulo diante de uma terrível situação crítica da igreja de
Gálatas. Paulo não faz como nas demais cartas, nesta, ele vai direto ao ponto.
Logo no capítulo 1:6 tem início um choque e uma afronta pelo povo de Gálatas estarem “tão depressa” abandonando
aquele que os chamou. Os judaizantes infiltraram em suas doutrinas e buscaram
afastar as pessoas da compreenção correta
do evangelho.
Na interpretação de Paulo,
eles não estavam sendo vítimas. A palavra grega para deserção é metathitemi que descreve o sentido de
abandonar um oficial comandante em
guerra. Paulo não os retratam como vítimas, pois eles mesmo estavam decididos a
abandonar aquele que os chamou. Os judaizantes começaram a desordem mas os Gálatas
eram culpados por permitirem o crescimento das heresias. As heresias se comportam como um grande
banquete do saber, está em todos os lugares a disposição do homem. Cabe a nós
lideres e consolidadores rejeitá-las até a morte, se for preciso. Em nome de
Jesus Cristo muito cuidado! Heresia tem peso de condenação eterna. Expulsa-se
muito a satanás nas igrejas e deveria
expulsar, na mesma proporção, as heresias praticadas, por ser
tao nocivo quanto.
Paulo aprofunda ainda mais em
dizer que se a liderança ortodoxa, inclusive ele, ou até mesmo um anjo do céu,
vier a pregar um evangelho contrário àquela
primeiramente entregue na galácia, que seja Anatema.
O espanto está na tradução da
palavra “Anatema” que significa
“eternamente condenado”, ou seja, que tal pessoa seja totalmente
condenada ao inferno. Esta palavra é usada em toda a tradução grega das
escrituras hebraicas a (LXX ou septuaginta) para traduzir herem - Uma palavra
hebraica que se refere a alguém ou a algo que deveria ser destruído por Deus.
Por exemplo, quando Israel entrou à terra prometida para destruir os pagãos,
viram sua missão em termos de herem.
Qualquer coisa que fosse objeto de ira e vingança divina era herem. Portanto,
para Paulo tais homens deveriam ser condenados ao inferno imediatamente.
Enfatizo que as heresias tem peso de condenação eterna. Tudo bem que naquela
época, a heresia dos judaizantes não se aplica aos tempos de hoje, mas percebo
que existe, hoje, ensinamentos que levam as pessoas ao cristianismo sem cruz , sem santidade , um evangelho de status voltado para as
necessidades dos homens, e principalmente um evangelho voltado para conquistar
as coisas dessa terra, esta é a grande heresia deste século.
Ensine heresia e receberá de
Deus a sua árdua ira. Pode ser quem for, até se for um anjo do céu. Existem
duas maneiras de ensinar a bíblia : Com palavras ou discursos, de forma
escrita, lida etc e o testemunho. Não pregue e nem vive heresias.
Nunca será uma
tarefa fácil , pois estamos diante de um cenário onde a crença no nada é o
clímax do processo de secularização. A tragédia não é o ceticismo, mas a fé em
qualquer coisa. G.K chesterton disse bem: “Quando um homem volta as costas para
Deus não é porque ele não crer em nada, mas é que ele cre em tudo.”
Excelsior disse: “Quando os
homens perdem a profundidade e o objetivo, quando os horizontes distantes e os
ideais nobres não mais os inspiram, quando tudo é um e o mesmo, república e
ditador, certa banalidade invade a vida. Uma morbidez e um instinto vil e
rasteiro, juntamente com o amor veemente do que é novo e estranho, logo
surgem.” O povo quer ser distraído da distração pela distração. Por essa razão
o que agora se designa como arte moderna tornou-se “museu de patologia social e
cultural”. Não mais o brado. O evangelho tem se tornado uma grande vitrine onde
aquilo que é atrativo ou não ao olhos determinam os interesses.
O preço que existe de seguir a
Cristo deve ser ensinado por você líder. Não é simplesmente dizê-los frequente
aos cultos em uma igreja evangélica, ouça testemunhos, pregações, leia a bíblia ou ore. Seguir a Cristo como
descreve S.C. lewis: ”Morrer antes de Morrer. Não há nenhuma chance de morrer depois”
Dietrich Bonhoeffer também diz: “Quando Jesus nos chama, Ele diz: Venha e
morra!” A Igreja precisa consolidar essa questão, não podemos mais permitir que
os frutos dos evangelismo convivam com
este ambiente diabólico e superficial na
igreja! Tenham cuidado com o ensino de que Deus não quer que você enfrente
isso! Ou que não passe por essa
necessidade ou lute e que você triunfará sempre. Lembra-se de Pedro ? Pois o
mesmo tentou poupar Jesus do sofrimento
e da morte.
Segisfredo Wanderley aborda
com muita especificidade esta questão quando ele diz que: As condições são
rígidas, vamos ouvir Pedro “Nós deixamos tudo para seguir-te. Que será de nós?
Mateus 19:27. Para eles, seguir Jesus implicou abandonar o trabalho, a família,
a vila, os amigos, a segurança, o conforto, a santa rotina por
imprevisibilidade, rejeição, perigo, perseguição, prisão, tortura e morte.
Pedro resumiu bem: ”Nós deixamos tudo”. Não há mistério algum nisso. Aqueles
homens simples entenderam perfeitamente o que significa negar a si mesmo, o
conforto e segurança, tudo e qualquer coisa que impeça o cristão de seguir a
Jesus. Mas, Pedro aprenderia mais tarde, quando Jesus foi preso e ele negou seu
Salvador, que seguir ao mestre não é uma decisão que se toma uma vez, Antes, é
a decisão de cada dia! E o discípulo deve estar pronto para pagar diariamente o
custo de seguir Jesus. Onde está o mistério? Seguir Jesus implica, hoje, o que
significou sempre: reconhecer que ele está sempre presente. Em todos os
lugares, a todos os momentos, sempre!Ele está aqui! Ele está aqui! E além de
presente, ele é atuante. Seguir a Jesus, pois é negar nossos instintos,
inclinações, desejos e vontade, nao por uma abstração, mas, sim, uma pessoa
real. Deixar o controle de nossa vida a alguém que efetivamente vai nos
governar. Entregar-se a direção de Jesus para ir de onde estamos até o trono de
Deus. Ele veio para nos conduzir não para para a judeia ou a galileia, mas para
Deus. Conduzir-nos do que somos para o que devemos ser é o trabalho dele. Mas
os nossos instintos, hábitos e cultura moralista, ou imoral se rebelam, e terão
que ser sacrificados, ou melhor, crucificados.
Negar-se a si mesmo, portanto,
é mais do que negar o conforto e a segurança.
É negar o que somos, preferindo ser o que ele pode fazer de nós. Cristo
cresce, o “eu” diminui em você e em mim. Seguir a Cristo não é movimento no
vazio.
Recusar a cruz é desviar-se
dos passos de Jesus e até do seu precursor. João Batista disse ao rei Herodes,
ao preço da própria vida, que não lhe era permitido possuir a mulher do próprio
irmão. E ainda mais ilícito e imoral consentir que homens maus e demônios
possuam a consciência do crente e a alma de nossos concidadãos. Somos
indesculpáveis. Maldito seja o “Cristianismo” e exorcizada sua influência
perversa na promoção de um cristianismo sem cruz.
O cristocentrismo tem
desaparecido das pregações, ensinar a cruz tem sido difícil demais, pois a realidade
da prática de vida de quem ensina, também não expressa o teor da mensagem da
cruz. A cruz, portanto, se transforma em uma teoria escrita discursiva
filosófica e até fictícia. A Mensagem da cruz deve ser ensinada e
principalmente, vivida. O maior empenho do cristão não é quantos versículos se
sabe da bíblia, mas quantos versículos a menos, ele deixa de praticar.
O que a Cruz
significa para grandes homens de Deus deve significar para nós também:
Regisfredo, pág 152
A cruz não pode significar
para nós nada diferente do que significou para Pedro: O patíbulo. A nossa cruz
é o instrumento de morte do velho homem, o que se tornou possível porque Jesus
Cristo morreu. Se ele não tivesse morrido em nosso lugar, nunca poderíamos
morrer. Mas seríamos preservados para sempre, no que desgraçadamente, hoje
somos. E os desgraçados, no universo de Deus, são também degredados. A graça
salvadora de Deus nos permite morrer para que possamos viver. Jesus
prescreve-nos: Lucas 9:23 “Tome
diariamente a sua cruz e siga-me.” A cruz é a distância do que somos e do
que devemos ser. A cruz é a dor do que somos e renegamos. É a vergonha que
carregamos do velho homem até ser e celebrar o novo homem. O mais santo entre
nós é aquele que tem mais e melhor noção e horror do pecado em si mesmo. Sofre
a vergonha e o horror do pior em nós. Só quem nunca experimentou a agonia
descrita por Paulo”Desgraçado homem que
sou!Quem me livrará do corpo desta morte.” (Romanos 7:24). Pode ignorar que
quando o pecado se manifesta no santo, este sente o cravejar dos cravos e o
fincar da carne que , na mística do mal, para o ímpio são pétalas, para o
piedosos, espinhos.
Jesus Cristo com a morte e a
ressureição consolidou no coração de seus fieis discípulos, a mensagem da Cruz. O quanto eles deveriam
morrer para si mesmo se quisessem ter êxodo no reino de Deus. O nascer de novo
nas mãos de Deus só é possivel se morrermos com Cristo naquela cruz. Em Verdade, em verdade vos digo: Se o grão
de trigo caindo na terra não morrer, fica ele só; mas se morrer, dá muito
fruto. (João 12:24)
C.S.Lewis escreveu, em uma dor
observada :”Fale-me sobre a verdade da
religião, e vou ouvi-lo com alegria. Fale comigo sobre o dever que a
religião impõe, e vou ouvi-lo com
submissão. Mas não me venha falar sobre as consolações da religião que vou
pensar que você não sabe do que está falando”.
Regisfredo diz que: “ A cruz não é uma metáfora bíblica. A cruz
é um meio de matar para curar. O velho homem nunca amará a vontade de Deus, por
isso, ele tem de morrer!”. (pag. 136)
A.W. Tozer convicto diz: “Aquele que rejeita francamente a fé Cristã
é mais respeitado perante Deus e os poderes celestiais do aquele que se
confessa cristão, mas se nega a submeter-se ao domÍnio total de Cristo.”
Mediante a tais declarações tenho absoluta
certeza de que estamos falando do cristianismo verdadeiro, este fundamento que
não se pode colocar outro no lugar. Rejeitemos, porém, todo evangelho paralelo
que existe. A teologia da prosperidade
mercadológica é uma delas que o meu conceituado teólogo Regisfredo
declara: “Nós não somos chamados para nos
tornar ricos ou para simplesmente aumentar as estatísticas das igrejas; somos
chamados para morrer. Morrer para nós mesmos e viver para Deus. O desconforto
ético no homem religioso sequer insinua o que a bíblia chama de pecado, o que é
o que nos separa do Deus abscôndito, mas onipresente. Sem libertação do pecado,
nenhum lugar no universo será seguro para você ou para mim. Nenhum tesouro ou
posição dará descanso a uma alma escrava do egoísmo e do orgulho. Mesmo no céu
o pecador seria miserável. Geovany Duarte
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